Chama atenção a calma do padrasto.
O choro da mãe é verdadeiro: tem lágrimas, coriza, voz embargada e espasmos.
Isso me leva a crer muito na inocência dela.
A impressão que tenho desse caso é que o padrasto pode ter matado acidentalmente o enteado e tentado encobrir o crime com a ajuda do pai arremessando o corpo, já sem vida, no córrego...
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