
Termos
sinônimos de “Comunicação Não-verbal”(CNV)
Os termos que dão nome a esse
disciplina são muitos, utilizados de maneira vaga e como sinônimos: Linguagem
corporal, paralinguagem, comunicação
gestual, comunicação não-vocal, etc.
Como, no nosso entendimento, o
termo “comunicação Não-verbal“ consegue
abranger todas os seus subtipos além da dinâmica e dos outros elementos
presentes no processo de comunicação.
É
uma ciência? Tem comprovação empírica?
Desde os gregos antigos,
filósofos até os cientistas modernos auxiliados pela tecnologia vêm pesquisando
sobre CNV.
Atualmente com as modernas técnicas das Neurociências é possível
entender melhor como tudo funciona.
Especialmente a partir dos anos
70, Paul Ekman (uma das maiores autoridades no tema) vem publicando pesquisas científicas e livros sobre
comportamentos, emoção, expressões faciais e detecção de mentira e atualmente
sobre “emotional awareness”.
O estudo da CNV pós 11 de setembro
Após o 11 de setembro os EUA
investem bilhões em pesquisas nessa área.
As novas tecnologias que estão sendo
criadas permitem desde identificar comportamentos suspeitos de passageiros por
meio de: câmeras que decodificam expressões faciais, câmera térmicas que
identificam quando um sujeito está mentindo pelo aumento de temperatura de
determinadas partes do corpo até a possibilidade de identificar suspeitos, via
imagens de satélite, pelas sombras e modos de caminhar.
Pseudo
ciências que se confundem com a comunicação não verbal científica
Fisionogmia – De
origem chinesa. Defende a idéia de que determinadas formas e dimensões de
partes do rosto revelariam sobre traços de personalidade.
Morfopsicologia –
Defendia a idéia que o formato do corpo da pessoa analisada determinaria a
personalidade dela.
Frenologia – teoria
que reivindicava ser possível determinar o caráter, personalidade e grau de
criminalidade pela forma da cabeça.
Quironogmia – É a
“ciência” que desvenda a personalidade pelo formato das mãos, dedos, unhas,
traços e marcas das mãos.
História
do estudo da CNV
Os filósofos foram os primeiros a
associar a CNV a: humor, personalidade, estados (mentais, emocionais, de humor,
etc.).
Embora desde a antiguidade já
houvesse interesse nesse campo do saber, são raros os textos e escritos sobre
esse tema datados de antes de 1950. Os primeiros estudiosos sobre essa
arte/ciência são os gregos antigos, em especial, Hipócrates e Aristóteles e o
ilustre romano Cícero.
Esses filósofos desenvolveram essa temática
por possuírem grande interesse sobre o comportamentos e personalidade humanos.
Já Cícero estudava oratória e a relação entre gestos, emoção e comunicação
aplicada à persuasão, discursos, liderança e política.
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